Estou a tentar começar do zero. Sem medos, sem demasiadas emoções ou preocupações, começar a deixar de lado tudo aquilo que não interessa para o meu bem estar: pessoas, lugares, problemas. Nunca tive medo de começar do zero, de evoluir, de trocar de cidade, ou de grupo de pessoas, de trocar de cabelo, de trocar de amores. Nunca tive medo, e não haverá de ser agora. Faz falta mais não-planos. Faz falta as loucuras ingénuas ou às viagens sem volta. Faz falta o genuíno, o verdadeiro o 'eu'.

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